Você fecha grandes vendas, movimenta o estoque e vê o faturamento crescer. No entanto, quando chega o final do mês, a conta bancária continua no vermelho. Infelizmente, essa é a realidade de muitos empresários que, sem perceber, ganharam um “sócio” indesejado: o banco.
Frequentemente, o problema não está na falta de vendas, mas sim no custo do dinheiro. Nesse cenário, os juros abusivos em empresas atuam como um cupim: eles comem a estrutura do seu negócio por dentro, sem fazer barulho, até que tudo ameace desabar.
Por isso, identificar esse endividamento silencioso é o primeiro passo para não virar estatística em 2026.
O lucro que evapora na antecipação
Geralmente, o empresário recorre à antecipação de recebíveis para cobrir um buraco imediato de fluxo de caixa. Todavia, o que deveria ser uma medida de emergência acaba virando rotina.
Consequentemente, sua margem de lucro é destruída. Se a sua empresa opera com uma margem líquida de 10% ou 15%, e você paga taxas agressivas para antecipar boletos ou cartões, você está, literalmente, transferindo todo o seu lucro para a instituição financeira.
Ou seja, você assume o risco, gerencia a equipe, entrega o produto, mas quem fica com o dinheiro real são os juros abusivos das empresas de crédito e bancos.
A armadilha do “Crédito Fácil”
Os bancos oferecem limites de Cheque Especial e Conta Garantida como se fossem benefícios. Entretanto, esses produtos são armadilhas de liquidez.
Assim que você entra no rotativo, o efeito bola de neve começa. Além disso, a falta de uma Consultoria Financeira especializada impede que você veja alternativas mais baratas.
Muitas vezes, o empresário aceita a taxa que o gerente impõe porque tem medo de perder o crédito. Contudo, essa postura passiva é o que perpetua o ciclo de endividamento.
Como a Egrégora estanca a sangria
A boa notícia é que dívida bancária é um produto passível de devolução e renegociação. Diferente do que muitos pensam, é possível reduzir drasticamente o custo do passivo sem precisar entrar em uma briga judicial eterna.
Na Egrégora, nós analisamos friamente os contratos. Dessa forma, identificamos onde estão as taxas ilegais ou os juros abusivos para empresas e negociamos diretamente com os decisores dos bancos, pela via administrativa.
Afinal, o objetivo não é dar calote, mas sim pagar o que é justo, de uma forma que o seu caixa suporte.
Portanto, se você cansou de trabalhar apenas para pagar boleto bancário, a hora de agir é agora.
Não deixe que os juros abusivos definam o futuro do seu negócio em 2026.

